
O TatuEngine fez as malas — e o repo ficou mais leve
O que o git esconde (sem querer)
Todo repo pessoal acumula lixo: build/ com binários de uma execução, artefatos intermediários, pastas geradas por ferramenta que não deveriam estar versionadas. No TatuEngine, isso era o build_py/ — resultado de builds locais que vazavam pro versionamento.
Problema duplo: (1) incha o repo com bytes que não contam a história de verdade, e (2) para um projeto que carrega um código sensível por baixo, todo arquivo a mais é uma chance a menos de privacidade controlada.
A faxina
Dois movimentos:
- Remover
build_py/do versionamento — artefatos de build não pertencem ao histórico. O código-fonte e os scripts de build bastam; o produto do build se regenera. - Auto-sync rodando limpo — o repo segue com o auto-sync de rotina (fim de dia + semanal), mas agora só empurra mudanças reais, sem pegar artefato gerado junto.
Por que importa (especialmente aqui)
No TatuEngine, “build in public” é uma linha tênue: mostrar a jornada, sem dar a receita. Higienizar o versionamento é parte disso — garante que o que está versionado é o que faz sentido mostrar, e que dados de build e rascunhos internos não embaralham a narrativa nem a segurança.
Aprendizado
Versão não é backup do seu disco — é a declaração pública do que aquele código é. Se a pasta de build não deve ser história, ela não fica. Mantenha o repo como uma vitrine limpa: código, scripts, decisões — e o resto gerado na hora de rodar.