O TatuEngine fez as malas — e o repo ficou mais leve
TatuEngine·

O TatuEngine fez as malas — e o repo ficou mais leve

2 min de leitura← Voltar para timeline

O que o git esconde (sem querer)

Todo repo pessoal acumula lixo: build/ com binários de uma execução, artefatos intermediários, pastas geradas por ferramenta que não deveriam estar versionadas. No TatuEngine, isso era o build_py/ — resultado de builds locais que vazavam pro versionamento.

Problema duplo: (1) incha o repo com bytes que não contam a história de verdade, e (2) para um projeto que carrega um código sensível por baixo, todo arquivo a mais é uma chance a menos de privacidade controlada.

A faxina

Dois movimentos:

  1. Remover build_py/ do versionamento — artefatos de build não pertencem ao histórico. O código-fonte e os scripts de build bastam; o produto do build se regenera.
  2. Auto-sync rodando limpo — o repo segue com o auto-sync de rotina (fim de dia + semanal), mas agora só empurra mudanças reais, sem pegar artefato gerado junto.

Por que importa (especialmente aqui)

No TatuEngine, “build in public” é uma linha tênue: mostrar a jornada, sem dar a receita. Higienizar o versionamento é parte disso — garante que o que está versionado é o que faz sentido mostrar, e que dados de build e rascunhos internos não embaralham a narrativa nem a segurança.

Aprendizado

Versão não é backup do seu disco — é a declaração pública do que aquele código é. Se a pasta de build não deve ser história, ela não fica. Mantenha o repo como uma vitrine limpa: código, scripts, decisões — e o resto gerado na hora de rodar.

~/lifelog — bash
$cat about.txt
╔══════════════════════════════════════╗
║  Samuel Medeiros                    ║
║  Senior Software Engineer           ║
║  Stack: Python · TypeScript · Rust  ║
║  Projetos: Arachne, Dogwalk,        ║
║            Capivara, TatuEngine      ║
╚══════════════════════════════════════╝
      
$